O Tempo 30/08/14
Entre viagens e distancias, entre o que é corriqueiro e o que não é mais,
Entre textos e papeis, entre o que é sua e a minha verdade,
Realidade as vezes se torna tão pessoal que o que pra você é real, para outra pessoal não é.
Entre as vivencias e desavenças, as cicatrizes doem mais na hora das decisões
O muito que se perdeu, não é maior do que o buraco que sobrou.
E o buraco logo se torna o abismo, abismo das lembranças, que a saudade insisti em empurrar
As horas que se foram em companhia, não passam de minutos de lembranças, minutos e mais minutos eternos...
Tão longe quanto o sopro do vento leva os pensamentos, as lágrimas...
Tão longe a realidade agora que impede a ida física, mas não a mental.
E o tempo, talvez dono do destino, talvez dono de nós.
Talvez queira afastar, ou preparar para o próximo encontro.
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O Tempo