O Meu Nada Que Você Gosta 28/11/13
Como viver, se estou morrendo sufocado pelos meu erros?
Como posso querer, se o meu direito foi arrancado pelos meus erros?
Como posso ser eu, se meus erros fizeram me tornar o que eu não era?
Auto-análise, auto-cobrança, auto-matança...
Meus versos mortos, pois pra quem se destina, não mais acredita
Meus versos tortos, o entortamento do erro, a cabeça bagunçada... torta
Mágoa, sofrimento, dor, tudo dentro da panela, comida podre
Meus versos mortos... não acredita, mas gritam, protestam, eles existem... eles são verdadeiros
João Gabriel de Almeida Araújo 2013

O Meu Nada Que Você Gosta