quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

CartaPoema N° 1

CartaPoema N° 1  16/12/11

Quero me cortar e me perder em meio a tinta esferográfica
Entrar de cabeça em um oceano de folhas
Os versos que estou a escrever não são apenas de tinta
Mas também de ajuda intelectual recebida durante esses dois anos

Quero me envolver na loucura que é escrever para o infinito
Em meio à fuzarca humana, achar uma flor no asfalto
tal flor com cheiro doce de esperança, ainda tem vida significativa
O bastante para aguentar anos a fio na espera de uma melhora

Com tal tamanha sabedoria, me deu um grande empurrão
Meus versos seriam bem mais pobres se não fosse tal ajuda
És especial em minha pequena vida, mas me deixou grande conhecimento
E sei que tal conhecimento não chega a um terço do teu

Minha eterna gratidão, por tudo o que fez
Por ter me ajudado nesses anos que estarão marcados em minha vida,
E parabéns por ser a pessoa que é, amante da boa arte

João Gabriel de Almeida Araújo 2011

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