domingo, 25 de janeiro de 2015

Sinta o cheiro do caos, a violência está no ar
Não se sinta surpreso, se alguém lhe seqüestrar
A fome está na sua frente e o medo mora ao seu lado
O tempo passa e você continua, no canto parado e calado

Sentimentos superficiais, com suas falas fingidas
Seu discurso com promessas demais, e toda plebe acredita
Sentimentos superficiais, com suas falas fingidas
Seu discurso com promessas demais, do que se menos precisa

Sentado em frente à TV, notícias que tem faz chorar
Notícias que te faz sorrir e o que te faz acovardar? 
A violência está nas ruas, na sua sala e no seu quarto
Segurança agora é ilusão, você não acha que tem algo errado?


João Gabriel de Almeida Araújo

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Minha Eterna Amada

 Minha Eterna Amada  02/01/15


Sem o calor do teu corpo, não tenho em quê me esquentar.
É no escuro que sinto tua falta,
Sem você ao meu lado o medo do escuro vem me atormentar.
É no vazio que sinto tua falta,
Sem você pra me abraçar e beijar, sinto a vontade de correr pra te abraçar
É no frio que sinto tua falta,

Se em tudo que crio, me vem você
Se em qualquer lugar que eu ande, me falta você
Se tudo que eu mais quero é estar com você

E tudo o que mais desejo no mundo, eu tenho em meus braços, quando abraço você...

João Gabriel de Almeida Araújo 2015

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Suspiros de um escritor

   Suspiros de um criador  01/01/15
Dias a passar, longevidade do tempo,
As horas se passam e os dias se vão
A vida se vai e junto com ela,
As chances de ser mais do que uma estrela no céu.

A noite se manifestou, fez-se nascer a inspiração em palavras
Fez-se do papel virar arte ou perda de tempo
Depende de qual leitor irá ler.

O tique-taque do tempo não para de bater,
As chances de então se formar algo estão se acabando,
E eu aqui me perguntando, se irei terminar esta prosa com o papel, de forma elegante
Mas estou mais me perguntando se conseguirei um dia, terminar meu poema de alguma forma marcante

João Gabriel de Almeida Araújo 2015